Confira a programação da semana na CPFL Cultura indicado por nossa colega de curso " EVA"...
A CPFL Cultura em Campinas apresenta em sua sessão de cinema o filme Nome Próprio. O Café Filosófico de sexta recebe os curadores Hamer Palhares e Fernando Chuí e o crítico musical Pedro Alexandre Sanchez, com transmissão ao vivo pela internet, para quem não puder estar em Campinas no dia. Agora você pode participar do programa gravando um vídeo no YouTube e nos mandando o link para exibirmos no dia da apresentação. A programação se completa com Novos sons na velha flauta, na sessão de música erudita, aos sábados, e Os Segredos de Luiza com a Cia. Berro d´Água e Cia. Odelê no teatro infantil, aos domingos. Na TV temos A ignorância da ética no Invenção do Contemporâneo e Mito: o nada que é tudo no Café Filosófico CPFL. Confira abaixo datas e horários de nossa agenda da semana.
Invenção do Contemporâneo com Fernando Reinach
A ignorância da ética
TV Cultura
26/4, segunda para terça, às 0h30
Em discussão os novos limites éticos que surgiram em função das descobertas científicas e das transformações cada vez mais aceleradas que o mundo passa. Com toda sua experiência como um dos coordenadores do primeiro projeto genoma brasileiro, Fernando Reinach alerta para a necessidade de se estar aberto para compreender que a ética em relação às ciências não pode mais ser tão fechada e rígida, já que novas descobertas e conceitos podem colocar até mesmo verdades em perspectiva. Na parte final de sua apresentação ele demonstra como isso se aplica ao conceito de “não matarás”.
Cinema
Nome Próprio
Campinas
28/4, quinta, às 17h30 e 20h e 1/5, domingo, às 19h
Camila (Leandra Leal) tem a escrita como sua grande paixão. Intensa e corajosa, ela busca criar para si uma existência complexa o suficiente para que possa escrever sobre ela. Ela escreve compulsivamente em um blog, só que isto faz com que também fique isolada.
Café Filosófico CPFL com Fernando Chuí e Pedro Alexandre Sanchez
Música, amor & erotismo em tempos de hiperconectividade
Campinas e online
29/4, sexta, às 19h
A história sexual da MPB. O fim do romantismo. A predominância rítmica e o desinteresse melódico e harmônico. O quarto e último programa da série trará o jornalista e crítico musical Pedro Alexandre Sanches para discutir a dissolução do mito do amor romântico e a explicitude sexual na música da juventude Web 2.0. Com transmissão ao vivo no site da cpflcultura.com.br
Música erudita
Novos sons na velha flauta
Campinas
30/4, sábado, às 20h
Dentre o naipe de madeiras, a flauta tem sido o carro chefe...
Teatro infantil
Os Segredos de Luiza - Cia. Berro d´Água e Cia. Odelê
Campinas
1/5, domingo, às 10h e 11h30
Luiza é uma menina que cultiva um grande amigo imaginário, Felps. No silêncio de seu quarto, Luiza chama Felps para fazer a lição de casa, para brincar e para distrair-se enquanto seu pai trabalha. Certo dia, ela ganha um inesperado presente de seu pai que colocará a amizade de Felps em risco. O espetáculo é uma realização das Cias. Berro d´Água e Odelê.
Café Filosófico CPFL com Antonio Medina Rodrigues, Demétrio Magnoli e José de Paula Ramos Jr.
Mito: o nada que é tudo
TV Cultura
1/5, domingo, às 22h
Mito, filosofia e história exprimem o espírito humano e são constituintes da cultura. A deformação do mito implica mistificação. A sobrevivência do mito na modernidade demonstra a força perene do simbólico como forma de conhecimento que sobrevive às crises por sua universalidade concreta e sua capacidade de atribuir sentido pleno à vida.
"As relações étnicos raciais através da história do Brasil"
A SEDUC - Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia de Taboão da Serra - promoveu o lançamento do Programa de Formação Continuada para os profissionais da Rede Municipal de Ensino. O Programa leva o nome de " Redes, Saberes e Identidade".
sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
PRODUTO FINAL DO CURSO
Data 17 e 24 de agosto
1- Hemeroteca catalogada em pasta com 10 matérias de jornais e ou revistas sobre as relações étnicos raciais.
2- Elaboração de um artigo acadêmico que reporte às reflexões em sala e as bibliografias indicadas. ( 2 laudas – seguindo normas da ABNT)
TEXTO DE RFELEXÃO- OLHAR INDIGENISTA
Um olhar sobre os indígenas brasileiros.
A escola é acima de tudo organizada para formar cidadãos que vão conviver numa sociedade multicultural. A formação de um cidadão do mundo, num planeta completamente interligado exige entender o diferente sem julgamentos de valores morais ou religiosos. Por outro lado , perceber a diferença muitas vezes gera o desejo de explicar, ou entender a diferença. Como afirmou Einstein : tudo depende do ponto de vista.
Ao longo dos anos fomos fortalecendo a memória do “inconsciente coletivo”, sobre as questões indígenas, onde as visões estereotipadas oscilaram e oscilam entre a concepção romântica de um indígena puro, inserido na natureza, ingênuo e um índio bárbaro, selvagem e preguiçoso, empecilho para o progresso.
A primeira idéia que a maioria dos brasileiros tem sobre os índios é de que eles constituem um bloco único , com a mesma cultura, compartilhando as mesmas crenças e língua. O Tupinambá, o Mura, o Cariri Xocó, o Coropó , deixam de ter e ser cada qual em sua etnia, para se transformarem no “índio”, isto é, no “índio genérico”, aquele que se move em seus tambores, maracás , colares, pinturas corporais, danças ao redor do fogo.
Considerar as culturas indígenas como atrasadas e primitivas é um grande equívoco. Os povos produziram e produzem saberes, ciência, arte refinada, literatura, poesia, música e religião. Muitos grupos indígenas realizaram experimentação genética com plantas, diversificando e enriquecendo as espécies. Só na região do rio Uaupés, afluente do Rio negro, no Amazonas, uma pesquisadora americana, Janete Chernella, em 1986, identificou 137 cultivares diferentes de mandioca entre os índios Tukano.
O nosso maior desafio como educador, é perceber a figura do índio como sujeito da história, como sujeito que compartilha com os demais brasileiros o direito de ser e estar na sua terra brasilis. Paulo Freire alerta sobre o perigo de considerarmos o outro, o diferente em nossa sociedade, como alguém que precisa de algo, demandando alguém que faça por ele, que aja por ele. Devemos ir além do olhar, refletindo também que o Brasil não conhece o Brasil, penetrando nas mil faces e na possibilidade de uma só pátria, sem hegemonizar o pensamento e a identidade.
Nesse ritmo, a história possui uma oportunidade de ser tecida de outra forma, buscando a perspectiva étnica ,perpassando pela organização dos currículos escolares consagrado pelos novos saberes e significados, ordenando de modo significativo, sem apego exclusivo em datas comemorativas, efetivando a lei 11.645/2008, que alerta o artigo 26-A da LDB.
Só transformamos aquilo que verdadeiramente é importante para o nosso caminhar, portanto como educador só poderemos desconstruir o imaginário coletivo, observando o Brasil além da “terra a vista”, porque corpo e território se colam na imagem da “Terra Mãe”, abrindo espaço para uma afinidade com todos os outros seres que nela habitam, nesse imenso caleidoscópio de relações humanas.
SEDUC- 2011
BIBLIOGRAFIAS
BERGAMASCHI, Maria Aparecida Povos Indígenas & Educação - Porto Alegre, 2008. ( série projetos e práticas pedagógicas).
RICARDO, F. Terras indígenas & unidades de conservação da natureza: o desafio das sobreposições. São Paulo: Instituo Sócio –Ambiental, 2004.
CARNEIRO DA CUNHA, M. Antropologia do Brasil: mito, história e etnicidade. São Paulo. Brasiliense/ EDUSP. 1986.
CALLEFI. P. Índios no século XXI. In: Diálogos Latinos Americanos, Dinamarca, Centro de Estudos. Universidade de Aarhus. 2003.
SCANDIUZZI, P.P.Educação indígena X educação escolar indígena: uma relação etnocida em uma pesquisa etnomatemática. São Paulo: Editora UNESP, 2009.
SUGESTÃO DE VÍDEOS
Paulo Freire reflexões ( Grupo Banzo- 1983- Vivência de Paulo Freire sobre a educação indígena)
Terras Vermelhas - Um grupo de índios Guarani-Kaiowá vive em uma fazenda trabalhando em condições de escravidão e ganham alguns trocados para posarem de atração turística. Eles decidem reivindicar a devolução das terras de seus ancestrais e começa um grande conflito com os fazendeiros
PAUTA 27.04
e-mail: formacaoidentidade@gmail.com
historicizandomemorias.blogspot.com
IDENTIDADE E MEMÓRIA
27/04/2011
“O herói, de procedência mística ou histórica, de ontem ou de hoje, é simplesmente um arquétipo, que nasceu para suprir muitas de nossas deficiências.”
BRANDÃO – 1987
OBJETIVO
• Refletir sobre mitos e heróis na construção do imaginário brasileiro.
AÇÕES
- Dinâmica ( apresentação do grupo)
- Cronograma de atividades do curso
- Levantamento de impressões sobre memória e identidade
- Considerações teóricas: Mitos e Heróis
- Vídeo: O povo brasileiro – Darcy Ribeiro
Proposta de estudo Ler o texto “ O papel da educação num país de herança escravista” postado no blog historicizandomemorias.blogspot.com, inserindo comentário. |
CRONOGRAMA
MÓDULO I – IDENTIDADE E MEMÓRIA
ABRIL
DOM | SEG | TER | QUA | QUI | SEX | SÁB |
1 | 2 | |||||
3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 |
10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |
17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 |
24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
MAIO
DOM | SEG | TER | QUA | QUI | SEX | SÁB |
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |
8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 |
15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 |
22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 |
29 | 30 | 31 |
JUNHO
DOM | SEG | TER | QUA | QUI | SEX | SÁB |
1 | 2 | 3 | 4 | |||
5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 |
12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 |
19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 |
26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
JULHO
DOM | SEG | TER | QUA | QUI | SEX | SÁB |
1 | 2 | |||||
3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 |
10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |
17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 |
24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
AGOSTO
DOM | SEG | TER | QUA | QUI | SEX | SÁB |
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | |
7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 |
14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 |
21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 |
28 | 29 | 30 | 31 |
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